Pe. Pedro Odair Machado*
A diretora do Centro Latino Americano de Parapsicologia (CLAP), professora Márcia Regina Cobêro, diz que nos casos de casas mal assombradas ou fenômenos misteriosos, sempre se chamar um religioso para benzer achando que é demônio ou espírito de mortos. A professora Márcia, que leciona Parapsicologia, formada em História, Filosofia e Teologia, diz que o CLAP tem especialistas para atender o Brasil ou qualquer parte da América Latina.
“A tarefa do especialista é um raciocino bem simples com as pessoas”, orienta a professora. E continua: “Olha! Onde acontece um destes fenômenos, mesmo que seja com a aparência misteriosa e inexplicável, é necessário que tenha vivos presentes. Vamos considerar primeiramente a possibilidade de um vivo? E se esgotar esta, agente estuda outras”.
O CLAP desvenda qualquer mistério
Nos casos de repercussão na mídia nacional, por exemplo, o fenômeno das agulhas atualmente e muitos outros não divulgados, o CLAP geralmente é chamado para desvendar o mistério e acompanhá-lo. De acordo com Márcia, os fenômenos podem estar associados àquela família, a uma situação econômica difícil ou a alguma crise de relacionamento entre as pessoas, a uma desavença entre pais e filhos ou entre o casal e outros.
“Uma causa psicológica provoca uma situação de stress e de esgotamento e pode fazer com que algumas pessoas extravasem a tensão e provoquem efeitos dentro da casa, como fogo, movimentos de objetos, barulhos, que pensam que vêm do além”, afirma a diretora. E, acrescenta: “Na teoria dizer que com a mente, a pessoa faz tais fenômenos maravilhosos, é fácil, mas quando se vive na casa, fica difícil você conseguir que a razão prevaleça”.
Segundo ela, a primeira missão do CLAP é explicar os fenômenos, fazer com que eles parem, acalmar a família e dar o encaminhamento para especialidade que é devida. “Quando os fatos se tornam público, aproveitamos para promover palestras para as lideranças, professoras, para a cidade em geral, para que tenham uma visão geral da Parapsicologia”, informa a especialista.
Pe. Quevedo: diretor presidente do CLAP
O CLAP, conforme a diretora Márcia, é um Instituto sem fins lucrativos, fundado em 1970, ligado à Igreja Católica com a finalidade de divulgar a Parapsicologia Científica no Brasil e tem como diretor presidente, o Pe. Oscar G. Quevedo. “O Instituto atua no campo da Pesquisa e do Ensino da Parapsicologia e a acolhe e atende individualmente pessoas vítimas de fenômenos parapsicológicos. Nós temos tratamento ambulatorial, na área da psicologia e da psiquiatria, para atender qualquer pessoa do país”, explica ela.
Cursos do CLAP
A professora Márcia Regina conta que há três níveis de Cursos. Vão a qualquer lugar do país para divulgar a Parapsicologia Científica, quando chamados por uma Instituição, paróquia, Colégio, ROTARY, LIONS, OAB contanto que a divulgação, o local e a organização no município sejam por conta de quem convidou.
O outro nível é o Curso em parceria com a UNISAL (Universidade dos Salesianos), com a carga de 110 horas/aula, nas férias, na segunda quinzena do mês de janeiro. É um curso bastante procurado porque o diploma sai pela UNISAL e o objetivo é dar uma visão clara da Parapsicologia.
E para quem deseja ser parapsicólogo profissional, escritor, professor, conferencista, há a Pós-Graduação Lato Sensu em Parapsicologia, às quartas feiras, com a duração de 2 anos.
“Eu recomendo o Curso de Férias, na segunda quinzena de Janeiro, porque ele dá a fundamentação suficiente para que a pessoa dar palestras, à nível popular, manter uma coluna do jornal da cidade, por exemplo, abordando sempre um dos fenômenos numa linguagem bem popular”, completa a professora Márcia Cobêro.
*Assessor diocesano da Pastoral da Comunicação
Pároco da Paróquia Cristo Rei – Apucarana – Pr |